domingo, 5 de outubro de 2008
terça-feira, 17 de junho de 2008
DIA MUNDIAL DA LUTA CONTRA A DESERTIFICAÇÃO E A SECA Mensagem do Secretário Geral das Nações Unidas
El Secretario General Mensaje con ocasión del Día Mundial de Lucha contra la Desertificación y la Sequía - 17 de junio de 2008
El tema del Día que celebramos este año, “Combatir la degradación de la tierra para una agricultura sostenible” nos recuerda la importancia que tiene la tierra como patrimonio mundial sin el que ningún ser humano puede vivir. La degradación de la tierra afecta a una parte importante de la superficie arable del planeta, y tiene un efecto directo en el bienestar de los pueblos y en el desarrollo económico de los países. Esa degradación provoca pérdidas económicas en la agricultura, causa perturbaciones en los mercados locales y regionales de alimentos y genera inestabilidad social y política.
A medida que la población crece, y con ella la demanda de una mayor producción agrícola, los sistemas tradicionales de ordenación de la tierra no dan abasto. Todo ello se ve agravado por la adopción de nuevas prácticas, a menudo de monocultivo. Cada vez son más las tierras de calidad que se dedican al cultivo, sin prestar suficiente atención a la conservación, y los agricultores y pastores pobres se ven obligados a utilizar tierras marginales. La degradación de la tierra afecta de forma especialmente grave a las mujeres, puesto que tradicionalmente son ellas las que dedican tiempo y esfuerzo a la tierra —cultivando, procesando, gestionando y comercializando la mayoría de los alimentos y demás recursos naturales.
Esas cuestiones se contemplan de manera general en el marco de la Convención de las Naciones Unidas de Lucha contra la Desertificación, que actúa como nexo entre la reducción de la pobreza y la protección del ecosistema de las tierras secas. Actualmente, la Convención es el único marco jurídico internacional para la recuperación de las tierras secas y degradadas y podría ofrecer una solución a largo plazo para la producción de más alimentos para más personas. Esas tierras no utilizadas podrían aprovecharse también para la producción de biocombustible, con lo que sus habitantes obtendrían nuevos beneficios.
Ha llegado el momento de que la comunidad internacional reconozca que las tierras secas y las tierras marginales, donde viven cerca de la mitad de los pobres del mundo, no son tierras de desecho. Son más bien zonas que cuentan con potencial para la intensificación del esfuerzo agrícola tendiente a satisfacer las necesidades de alimentos y energía. Renovemos nuestro compromiso para invertir la degradación de la tierra y la desertificación. Velemos por que la estrategia decenal adoptada el año pasado en Madrid cuente con el apoyo que necesita y se aplique plenamente. En este Día Mundial de Lucha contra la Desertificación y la Sequía, consagrémonos de nuevo a esa misión.
quinta-feira, 5 de junho de 2008
Um contacto com a Natureza!
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terça-feira, 3 de junho de 2008
O NOSSO LAR!
domingo, 1 de junho de 2008
17 IDEIAS PARA SALVAR O MUNDO
Acompanhe as notícias sobre o meio ambiente, actualize-se, estude a fundo os aspectos que mais lhe interessam.
2. Aja localmente
Pense a respeito de como colaborar na família, na vizinhança, na escola dos filhos e na comunidade. Participe mais de tudo e difunda suas ideias sobre um mundo melhor.
3. Pense localmente
Estabeleça vínculo entre temas locais e globais. Apesar de magnitudes diferentes, os dois universos se correlacionam.
4. Some
Antes de pensar em formar uma organização não-governamental, procure uma parecida na qual você possa se engajar.
5. Optimismo é fundamental
6. Seja efectivo
Envolva-se, torne-se activo, mas não duplique suas obrigações. Trabalhe para ampliar sua efectividade.
7. Crie notícia
Identifique temas que possam interessar a muitas pessoas. Então, escreva para jornais, revistas, redes de rádio e TV.
8. Planeie sua família
Se a população da Terra, em 2050, ficará em 7,9 ou 10,9 biliões de pessoas, conforme projecta a ONU, a diferença será de um filho por casal.
9. Não polua
Não jogue pilhas e baterias de celular no lixo comum. Mantenha bacias hidrográficas, rios, represas e lagoas livres de lixo ou qualquer tipo de resíduo. Lembre-se: o cano que sai da sua casa provavelmente desagua num rio, numa lagoa ou no mar.
10. Preserve a biodiversidade
Espécies animais e vegetais merecem respeito. Plante árvores: elas produzem oxigênio e são abrigos para aves.
11. Seja coerente
Economize energia, água, prefira equipamentos que não prejudiquem a camada de ozono, reutilize materiais, recicle o lixo caseiro, use menos o carro, ande mais a pé, evite produtos de origem animal.
12. Passe a sua vida a limpo
Reveja seu estilo de vida. Pense num padrão condizente com o mundo sustentável.
13. Boicote
Engaje-se em movimentos de boicote a produtos que não respeitam o meio ambiente. Aliás, nem espere por movimentos: faça isso sempre que cair a ficha.
14. Eleja e cobre
Fiscalize o trabalho e a postura dos deputados e senadores ligados à sua comunidade ou cidade. Escreva para eles fazendo sugestões ou cobranças.
15. Separe o joio
Nunca na história tivemos acesso a tanta informação - e também a tantas opiniões diferentes. Faça a coisa certa.
16. Ensine as crianças
Preparar as novas gerações à luz de princípios ecológicos é a garantia de um mundo mais redondo daqui para frente.
17. Acredite no futuro
Estimule ideias inovadoras, invista em grupos não-governamentais, renove sua crença de que tudo vai dar certo. Quanto mais pessoas acreditarem na paz, mas ela será possível.
quarta-feira, 28 de maio de 2008
NUNCA ESTAMOS SÓS...A NATUREZA É VIDA!

sexta-feira, 23 de maio de 2008
OS BATRÁQUIOS SÃO ESPECIAIS!!
O objectivo era atingir o alto de uma grande torre.
Havia no local uma multidão assistindo.
Muita gente para vibrar e torcer por eles.
Começou a competição.
Mas como a multidão não acreditava que os sapinhos pudessem alcançar o alto daquela torre, o que mais se ouvia era: - "Que pena!!! esses sapinhos não vão conseguir...não vão conseguir..."
E os sapinhos começaram a desistir. Mas havia um que persistia e continuava a subida em busca do topo...
A multidão continuava gritando: "...que pena!!! vocês não vão conseguir!..."
E os sapinhos estavam mesmo desistindo, um por um... menos aquele sapinho que continuava tranquilo... embora cada vez mais ofegante.
Já ao final da competição, todos desistiram, menos ele...
A curiosidade tomou conta de todos. Queriam saber o que tinha acontecido...
E assim, quando foram perguntar ao sapinho como ele havia conseguido concluir a prova, aí sim conseguiram descobrir...que ele era surdo!
Não permita que pessoas com o péssimo hábito de serem negativas, derrubem as melhores e mais sábias esperanças de nosso coração!
Lembre-se sempre:
Há poder em nossas palavras e em tudo o que pensamos...
Portanto, procure sempre ser POSITIVO!
Resumindo:
Seja "surdo" quando alguém lhe diz que você não pode realizar seus sonhos...
terça-feira, 6 de maio de 2008
CARTA DA TERRA
-HISTÓRIA:
-1992: Durante a Rio-92 houve a proposta de uma Carta da Terra discutida mundialmente por Organizações Não Governamentais e Governos
-Não houve consenso entre os Governos, pois o texto não estava suficientemente maduro
-Em seu lugar adotou-se a Declaração do Rio de Janeiro sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento
-Cruz Verde Internacional e Conselho da Terra, apoiadas pelo governo holandês, assumiram o desafio de elaborar uma Carta da Terra
-1995: Encontro de 60 representantes de diversas áreas em Haia, na Holanda. Foi criada a Comissão da Carta da Terra para organizar uma consulta mundial durante 2 anos
-Resultado:
“Princípios de Conservação Ambiental eDesenvolvimento Sustentado:
Resumo e Reconhecimento
-1997: Sob a coordenação de Maurice Strong (ONU) e Mikhail Gorbachev (Cruz Verde Internacional) foi redigido o 1º esboço da Carta da Terra
-1998 a 1999: Amplo debate e discussão em todos continentes e em todos os níveis, de escolas primárias a ministérios). 46 países e mais de 100.000 pessoas envolvidas
-1999: Steven Rockfeller escreveu o 2º esboço
-12 a 14 de março de 2000: a Carta da Terra foi ratificada
-Leonardo Boff é o representante da América Latina na Comissão da Carta da Terra
“A Carta da Terra parte de uma visão integradora e holística. Considera a pobreza, a degradação
ambiental, a injustiça social, os conflitos étnicos, a paz, a democracia, a ética e a crise espiritual como problemas interdependentes que demandam soluções includentes. Ela representa um grito de urgência face as ameaças que pesam, sobre a biosfera e o projeto planetário humano. Significa também um libelo em favor da esperança de um futuro comum da Terra e Humanidade.”
Leonardo Boff
Teólogo e Presidente de Honra do CDDH
DOCUMENTOS DA CARTA DA TERRA:
http://mma.gov.br/agenda21
Clicar no menu “Carta da Terra”
CARTA DA TERRA - Video
Há coisas que dependem de TODOS nós...
sexta-feira, 2 de maio de 2008
terça-feira, 22 de abril de 2008
TANTO PARA (RE)APRENDER!...
Queremos considerar esta oferta porque também sabemos demasiado bem que, se o não fizéssemos, os caras pálidas nos arrebatariam as terras com armas de fogo. Mas, como podeis comprar ou vender o céu ou o calor da terra? Esta ideia parece-nos estranha. Nem a frescura do ar, nem o brilho das águas nos pertencem. Como poderiam ser comprados? Deveríeis saber que cada pedaço desta terra é sagrado para o meu povo. A folha verde, a praia arenosa, a neblina no bosque, o amanhecer entre as árvores, os pardos insectos... são experiências sagradas e memórias do meu povo. Os mortos do Homem Branco esquecem a sua terra quando começam a viagem através das estrelas. Os nossos mortos, pelo contrário, nunca se afastam da terra, que é a mãe. Somos uma parte dela, e a flor perfumada, o veado, o cavalo e a águia majestosa são nossos irmãos. As encostas escarpadas, os prados húmidos, o calor do corpo do cavalo e do homem, todos pertencem à mesma família.
A água cristalina que corre pelos rios e ribeiros não é somente água, também representa o sangue dos nossos antepassados. Se vo-la vendêssemos, teríeis que recordar que são sagrados e ensiná-lo aos vossos filhos. Também os rios são nossos irmãos porque nos libertam da sede, arrastam as nossas canoas, procuram-nos os peixes. E além do mais, cada reflexo fantasmagórico nas claras águas dos lagos relata histórias e memórias da vida das nossas gentes, o murmúrio da água é a voz do pai do meu pai. Sim, Grande Chefe de Washington, os rios são nossos irmãos e saciam a nossa sede, são portadores das nossas canoas e alimento dos nossos filhos. Se vos vendermos a nossa terra teríeis que recordar e ensinar aos vossos filhos que os rios são nossos irmãos e também seus. É por isso que devemos tratá-los com a mesma doçura com que se trata um irmão. Claro que sabemos que o homem branco não percebe a nossa maneira de ser. Para ele um pedaço de terra é igual a outro pedaço de terra, pois não a vê como irmã, mas sim como inimiga. Depois de ela ser sua, despreza-a e segue o seu caminho.
Deixa para trás a campa dos seus pais sem se importar. Sequestra a vida dos seus filhos e também não se importa. Não lhe importa a campa dos seus antepassados nem o património dos seus filhos esquecidos. Trata a sua mãe terra e seu irmão firmamento como objectos que se compram, se exploram e se vendem, tal como as ovelhas ou as contas coloridas. O seu apetite devora a terra deixando atrás de si um completo deserto.
Não consigo entender. As vossas cidades ferem os olhos do Homem Pele Vermelha. Talvez seja porque somos selvagens e não o podemos compreender. Não há um único lugar tranquilo nas cidades do homem branco. Nenhum lugar onde se possa ouvir o desenrolar das folhas ou o rumor das asas de um insecto na Primavera. Talvez seja porque eu sou um selvagem e não compreendo bem as coisas. O barulho da cidade é um insulto para o ouvido. E eu pergunto-me “Que tipo de vida tem o homem que não é capaz de escutar o grito solitário de uma garça ou a discussão nocturna das rãs ao redor de uma jangada?”. Sou um Pele vermelha e não o consigo entender. Nós preferimos o suave sussurro do vento sobre a superfície de um lago e o odor deste mesmo vento purificado pela chuva do meio-dia ou perfumado com o aroma dos pinheiros.
Quando o último Pele Vermelha tiver desaparecido desta terra; quando a sua sombra não for mais que uma lembrança como a de uma nuvem que passa pela pradaria, mesmo então estes ribeiros e estes bosques estarão povoados pelo espírito do meu povo. Porque nós amamos este país como uma criança ama os batimentos do coração da sua mãe. Se decidisse aceitar a vossa oferta teria que vos sujeitar a uma condição: que o homem branco os animais desta terra como irmãos. Sou selvagem e não compreendo outra forma de vida. Tenho visto milhares de búfalos apodrecendo, abandonados nas pradarias, abatidos a tiro pelo homem branco que dispara de um comboio, que passa. Sou selvagem e não compreendo como uma máquina fumegante pode ser mais importante que o búfalo, o qual apenas matamos para sobreviver.
O que é o homem sem os animais? Se os animais desaparecessem o homem morreria de uma grande solidão. Tudo o que acontece aos animais acontecerá também ao homem brevemente. Todas as coisas estão ligadas.
Devíeis ensinar aos vossos filhos o que nós ensinámos aos nossos, que a terra é nossa mãe. Tudo o que acontece à terra, acontecerá aos filhos da terra. Se os homens cospem no chão, cospem em si mesmos.
Sabemos uma coisa que talvez o Homem Branco descubra algum dia: a Terra não pertence ao Homem, é o Homem que pertence à Terra. Tudo está interligado, como o sangue que une uma família. O Homem não teceu a trama da vida. Ele é apenas um fio. O que faz com essa trama fá-lo a si próprio. Nem sequer o Homem Branco, com quem o seu Deus passeia e fala de amigo para amigo, está isento do destino comum. Depois de tudo, talvez sejamos irmãos. Logo veremos.
(...) Também os brancos se extinguirão, talvez antes das outras tribos. O homem não teceu a rede da vida. É apenas um desses fios e está a tentar a desgraça se ousa destruir essa rede.
Tudo está ligado entre si como o sangue de uma família. Se sujardes o vosso leito, uma noite morrereis sufocados pelos vossos excrementos.
Mas vós caminhareis até à destruição, rodeados de glória e esplendor pela força de Deus, que vos trouxe a esta terra e que por algum especial desígnio vos concedeu domínio sobre ela e sobre o Pele Vermelha. Esse desígnio é um mistério para nós, pois não entendemos porque se exterminam os búfalos, se domam os cavalos selvagens, se enchem os recantos secretos de um bosque com o hálito de tantos homens e se cobre a paisagem das exuberantes colinas com fios faladores.
Onde está o bosque denso? Desapareceu. Onde está a águia? Desapareceu.
Assim se acaba a vida e só nos resta a possibilidade de tentar sobreviver.»
Texto extraído da revista «Ecos do ambiente, n.º 3, Fevereiro de 2000 - Revista do Geonúcleo - Núcleo de ambiente da Universidade Fernando Pessoa»
http://ecologiaambiente.blogspot.com/
sexta-feira, 18 de abril de 2008
Pequeno texto
O que se faz nestes dias????
Bem amanhã há mais...
Isto deve ser de estar "de esperanças"